Por segurança das mulheres e das crianças acolhidas, muitos desses endereços são sigilosos.
O acesso geralmente ocorre através da rede de proteção — como Centros de Referência da Mulher, assistência social, segurança pública, saúde ou Justiça — que avalia cada situação e realiza o encaminhamento adequado.
Aqui você pode descobrir onde pedir ajuda no seu município.
Busca por município
Onde pedir ajuda perto de você
7 municípios cadastrados até agora: Canela, Passo Fundo, Porto Alegre, Rio Grande, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santa Rosa. A base cresce continuamente.
Porto AlegreCasa-abrigoRegião Metropolitana
Casa Viva Maria — rede municipal de acolhimento protegido
Serviço de acolhimento destinado a mulheres em situação de violência e risco, com localização protegida. O ingresso acontece por meio da rede municipal de atendimento à mulher, que avalia cada situação.
Quem atende
Mulheres em situação de violência doméstica ou familiar com risco à vida, acompanhadas ou não de filhos.
Como conseguir atendimento
1.Em risco imediato, ligue 190.
2.Para orientação e encaminhamento, ligue 180 ou Escuta Lilás 0800 541 0803.
3.Procure a rede municipal de atendimento à mulher (assistência social, saúde, segurança pública ou Justiça) — é ela quem avalia e realiza o encaminhamento ao acolhimento protegido.
📍 Endereço protegido por razões de segurança.
A localização do serviço é protegida. Não procure o endereço: o acesso é feito pela rede de proteção.
Serviço municipal destinado ao acolhimento de mulheres em situação de violência e de seus filhos. A Prefeitura de Canela apresenta a Casa Vitória como referência de acolhimento na Região das Hortênsias.
Quem atende
Mulheres em situação de violência doméstica e familiar, acompanhadas ou não de filhos.
Como conseguir atendimento
1.Em risco imediato, ligue 190.
2.Ligue 180 ou Escuta Lilás 0800 541 0803 para orientação.
3.Procure a rede municipal de assistência social ou a segurança pública de Canela para solicitar avaliação e encaminhamento ao acolhimento.
📍 Endereço protegido por razões de segurança.
Por segurança das mulheres e crianças acolhidas, o portal não divulga a localização do serviço.
Unidade de Acolhimento Institucional Maria da Penha
Serviço de acolhimento provisório para mulheres, acompanhadas ou não de filhos, em situação de risco de morte ou ameaça decorrente de violência doméstica.
Quem atende
Mulheres em risco de morte ou ameaça por violência doméstica, com ou sem filhos.
Como conseguir atendimento
1.Em risco imediato, ligue 190.
2.O ingresso ocorre por encaminhamento institucional da rede de proteção do município (Secretaria de Cidadania e Assistência Social, segurança pública, saúde ou Justiça).
3.Procure a Secretaria de Cidadania e Assistência Social de Passo Fundo para orientação sobre o procedimento oficial.
📍 Endereço protegido por razões de segurança.
Serviço de acesso por encaminhamento — não é demanda espontânea. A localização é protegida.
Serviço de acolhimento para mulheres em situação de violência doméstica, mantido com investimento da Prefeitura de Santa Maria por meio da Secretaria de Município de Desenvolvimento Social.
Quem atende
Mulheres em situação de violência doméstica em risco, acompanhadas ou não de filhos.
Como conseguir atendimento
1.Em risco imediato, ligue 190.
2.Ligue 180 ou Escuta Lilás 0800 541 0803 para orientação.
3.Procure a Secretaria de Município de Desenvolvimento Social ou a rede de proteção de Santa Maria para avaliação e encaminhamento.
📍 Endereço protegido por razões de segurança.
A localização da casa é protegida e não é divulgada por este portal.
Serviço destinado ao acolhimento de mulheres e de seus filhos menores em situação de grave ameaça ou risco de morte decorrente de violência, regulamentado por decreto municipal.
Quem atende
Mulheres em grave ameaça ou risco de morte por violência doméstica, com filhos menores quando for o caso.
Como conseguir atendimento
1.Em risco imediato, ligue 190.
2.O acolhimento ocorre por encaminhamento da rede de proteção, conforme o Decreto Municipal nº 12.584/2025 — não é serviço de demanda espontânea.
3.Procure a assistência social do município, a segurança pública, a saúde ou a Justiça para que o caso seja avaliado e encaminhado.
📍 Endereço protegido por razões de segurança.
Acesso exclusivamente por encaminhamento institucional. A localização é protegida.
Serviço criado para acolhimento e atendimento de mulheres em situação de violência doméstica e de seus filhos menores, conforme legislação e estrutura municipal.
Quem atende
Mulheres em situação de violência doméstica e familiar e seus filhos menores.
Como conseguir atendimento
1.Em risco imediato, ligue 190.
2.Ligue 180 ou Escuta Lilás 0800 541 0803 para orientação.
3.Procure a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social de Santa Rosa, porta de entrada da rede de proteção do município.
CRAM Márcia Regina Mello de Freitas e rede municipal de proteção
O Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM) é a porta de entrada municipal para atendimento, orientação e encaminhamento de mulheres em situação de violência. A rede municipal dispõe de mecanismos de acolhimento protegido conforme a avaliação de cada caso.
Quem atende
Mulheres em situação de violência doméstica e familiar residentes no município.
Como conseguir atendimento
1.Em risco imediato, ligue 190.
2.Ligue 180 ou Escuta Lilás 0800 541 0803 para orientação.
3.Procure o CRAM ou a rede municipal de assistência social para atendimento, acompanhamento e — se for o caso — encaminhamento a acolhimento protegido.
A ausência do seu município nesta lista não significa que não exista atendimento. A rede de proteção do Rio Grande do Sul é estadual e atende mulheres em todo o território.
O Governo do Estado mantém a relação oficial dos Centros de Referência Municipais e de outros serviços especializados de atendimento à mulher.
Todas as informações desta página vêm exclusivamente de fontes públicas oficiais — Governo do Estado do Rio Grande do Sul, prefeituras, legislação e órgãos públicos responsáveis pela rede de proteção. Endereços de serviços com sigilo são deliberadamente omitidos para proteger as mulheres e crianças acolhidas. Quando uma informação não pode ser confirmada em fonte oficial, ela não é publicada.